sexta-feira, 28 de maio de 2010

O que se leva da vida?



Essa resposta todo mundo já sabe: 'a vida que se leva'. Mas eu tenho outra pergunta:
-O que você leva pela vida?
Eu quero viver levando uma mala bem levinha, com espaço para todas as coisas bacanas e felizes que eu encontrar pelo caminho.
Claro que para levar flores temos que ter cuidado com os espinhos, mas isso faz parte do jogo.
E não tem jeito, felicidade atrai felicidade. SEMPRE!
Gente triste, baixo-astral, meia boca, deprê ou qualquer outro nome feio desses só atrai mais coisas ruins, e estão sempre tão absorvidos em saber o porquê da vida ser tão amarga, para quê tanto sofrimento que não conseguem ter a liberdade de ser diferente.
Liberdade é necessário para saber que o tempo que você gasta para apreciar um sol se despedindo do dia no horizonte não é tempo perdido, é uma memória linda a mais no coração.
Eu escolho ser livre. Para ser feliz.
Não importa se os outros vão achar bobo, infantil, chato...eu quero nunca perder a capacidade de sorrir.
Da vida e para a vida.
Quer coisa melhor? Dê essa chance para você, acredite na criança que mora aí dentro, aquela que te pede um sorvete com calda de chocolate quando o dia no trabalho foi estressante; ou aquela que aconselha você a ligar para um amigo quando a bagagem tá muito pesada e você precisa de alguém para segurar 'a outra alça' com você.
Ser criança é se permitir ser feliz.
Minha idade? A que eu quiser ter hoje...

Hoje eu sou uma adolescente que quer ver sessão da tarde comendo Trakinas de chocolate! NHAM!

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Huuuummmmm!!!!

Eu A-M-O a minha vovó Juju, mas ela sempre foi maluquete, não gostava de serviços domésticos, cuidar da casa era um saco, mal sabia pregar um botão...
O negócio dela é bater perna! Até hoje é tarada por uma rua!!!
Herdei muitas coisas dessa senhora (os olhos azuis, claro, não passei nem perto), entre elas a gula.
Sim, comer é um prazer compartilhado pela família, é genético, eu não posso lutar contra isso, mesmo que nunca tenha tentado!
Pois bem, vovó gosta de comer, mas fazer coisas gostosas que é bom: necas! Nós, os netinhos, bem que gostaríamos de saborear os quitutes da vovó, mas o jeito é pegar os quitutes das vovós de terceiros e aproveitar!
Então, estava visitando o blog luxo da Lu, (mentira, você ainda não conhece? Tem tudo que há de mais fofo no universo! De artesanatos à dicas domésticas, a Lu mata a cobra e mostra o pau!)
Visite djá!

http://minhacasameumundo.blogspot.com/2010/05/torta-de-maca.html#comments

Voltando ao assunto: descobri por lá essa receita de torta de maçã da dona Rosa, avó da Lu, e resolvi afogar minhas carências nessa receita, que pretendo executar assim que der. Como certamente não vai ficar linda como a da Lu, é melhor vocês ficarem só com a imagem dela, prá não desanimar ninguém! Vai que a minha fica uma torta-torta e periga ninguém creditar que é boa? Não podemos correr esse risco jamais!




Caprichem, e a canelinha nesse tempinho frio aquece até o coração!
Beijinhos doces salpicadinhos de canela!

Juju comeria essa tortinha sozinha! Dá-lhe Vovó!

domingo, 9 de maio de 2010

Solidão, amiga do peito

Sentir-se sozinho até acontece.
Sentir-se só não deveria acontecer.



Há uma enorme diferença entre estar só ou sozinho.
Estar sozinho faz parte da nossa vida. Cada um tem seus compromissos, e nem sempre conseguimos conciliar uma visitinha ao dentista com a tarde de compras no shopping que queremos tanto.
Estar só é conseguir um tempinho para a tal tarde no shopping e ainda assim ficar aquele vazio chato, que mais parece um vácuo, de tão forte que nos puxa para ele, não conseguimos preencher com nada. Isso tem nome: solidão.
Se existe uma coisa em que eu acredito é na força interior. Não importa de onde ela vem, pode ser da fé, da alegria, do sofrimento, da esperança...
Dar um chega-prá-lá na solidão não é tarefa fácil, é um exercício muito trabalhoso, mas o resultado é tããão compensador que vale a pena!!!
É sentir-se bem com a gente mesmo, com aonde estamos, com quem estamos, com o que sentimos.
Poucas coisas na vida são tão tristes como uma pessoa ser só. Ser sozinho é temporário, passa e acontece nas melhores famílias. Ser só é ferida, funda e sem sinal de cura.
Estar sozinho estimula a saudade, a vontade de voltar, de compartilhar, de conviver, de aparecer, de realizar, de viver!
Ser só é um caminho de via única, para baixo e sempre. Cada vez mais cinza até que não haja mais brilho, e até que não se aceite mais brilho de nada nem de ninguém.
A vida colorida é a melhor escolha. Sempre!!!
Beijinhos doces e coloridos nessa semana que começa!

Foto: gostei.abril.com.br/frame/index/a-solidao-a-paz-e-a-tristeza-em-imagens

Eu tinha medo de dormir sozinha no escuro. Ficar só nunca me agradou...

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Preguiça de inverno chegando...

Oi, docinhos!
Fala a verdade, somente a verdade, nada mais do que a verdade! Quem não adoooora aquele dia sem aula (ou trabalho, também serve), que a gente não tem absolutamente nada para fazer e que para melhorar faz um friozinho danado?
Pois bem, eu confesso: culpada!
Se tiver passando filminho bobinho na sessão da tarde então; ai que delícia...
Ficar no sofá enrolada no edredom vendo TV e comendo besteira é a glória do ócio! E sem essa história boba de que o ócio deve ser produtivo. Dia de preguiça é para preguiçar, deixar as horas passarem e não fazer n-a-d-a!
E para quem é fã de um sofá, como essa humilde blogueirinha que vos escreve, olha que coisinha mais aawwhhh para nos acompanhar:





Um pintinho feliz e aconchegante!






E um gato, para quem não tem cão...hehehe
Fala se não são uma companhia e tanto nesse inverno? Quem tem companhia melhor, aproveite! Eu vou tentar fazer essas almofadas, juro que vou! E se conseguir vou colocar as fotos aqui para todo mundo ver minha 'arte'...rsrs
Beijinhos


Ainda não estou convencida de que a primeira almofada é um pinto. Meu voto é para a coruja!rsrs